AGULHA E DEDAL
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
(...)
Estava eu na parte de trás da casa quando começa a chover intensamente e com moderação!
Começo por correr até ao alpendre, quando sem querer escorrego e "patalumba", vou com o rabo direito para o chão(...)
Quando vou para casa encontro meu filho a brincar aos amigos invisiveis...
Minha mulher na cozinha pergunta-me se eu quero me lavar porque estava completamente molhado, da cabeça aos pés
(...)
in excerto do cap 8
Estava eu na parte de trás da casa quando começa a chover intensamente e com moderação!
Começo por correr até ao alpendre, quando sem querer escorrego e "patalumba", vou com o rabo direito para o chão(...)
Quando vou para casa encontro meu filho a brincar aos amigos invisiveis...
Minha mulher na cozinha pergunta-me se eu quero me lavar porque estava completamente molhado, da cabeça aos pés
(...)
in excerto do cap 8
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
(...)
Hoje eu e minha mulher receberam o convite para irmos a um casamento de um amigo nosso conhecido...
Ele fora meu amigo de infância desde a 5 classe, se assim se pode dizer...
(...)
A minha mulher decidiu que iria visitá-los esta semana, segundo palavras dela, e que iriamos ficar fora uns dias...
(...)
Contou-me também que queria visitar uns primos vindos do estrangeiro, da parte da família dela, e que estariam cá na altura da visita a esse meu tal amigo...
(...)
Não sei se fora por ciúmes ou por falta de confiança, mas ela dissera-me que não me atirá-se á prima dela...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.4)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Hoje eu e minha mulher receberam o convite para irmos a um casamento de um amigo nosso conhecido...
Ele fora meu amigo de infância desde a 5 classe, se assim se pode dizer...
(...)
A minha mulher decidiu que iria visitá-los esta semana, segundo palavras dela, e que iriamos ficar fora uns dias...
(...)
Contou-me também que queria visitar uns primos vindos do estrangeiro, da parte da família dela, e que estariam cá na altura da visita a esse meu tal amigo...
(...)
Não sei se fora por ciúmes ou por falta de confiança, mas ela dissera-me que não me atirá-se á prima dela...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.4)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
(...)
Todavia não seria de esperar, porque não tinha nada a ver com as expectativas daquilo...
Segundo consta, uma aposta numa corrida era sempre uma aposta ambígua e fixa sem o retorno possível de trocas...Não que se aplicasse á corrida de caracóis da quinta...nem a outra corrida qualquer deste género...
(...)
O outro dia estava em casa a ver se completava o famoso puzzle de sudoku, e foi quando olhei pela janela e vi pela primeira vez uma ave que nunca tinha visto antes....
Tinha a popa vermelha, o bico cinzento, penas azuis e na cabeça uma pequena pinta dourada(...)
Ela continuou lá nos beirais da janela e começou a esvoaçar para longe, bem longe...teria sido uma pena porque queria tanto tirar uma fotografia com a minha máquina Fujifilm Finepix L2950, que perdi essa oportunidade!
(...)
In reflexão própria (excerto cap.1)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Todavia não seria de esperar, porque não tinha nada a ver com as expectativas daquilo...
Segundo consta, uma aposta numa corrida era sempre uma aposta ambígua e fixa sem o retorno possível de trocas...Não que se aplicasse á corrida de caracóis da quinta...nem a outra corrida qualquer deste género...
(...)
O outro dia estava em casa a ver se completava o famoso puzzle de sudoku, e foi quando olhei pela janela e vi pela primeira vez uma ave que nunca tinha visto antes....
Tinha a popa vermelha, o bico cinzento, penas azuis e na cabeça uma pequena pinta dourada(...)
Ela continuou lá nos beirais da janela e começou a esvoaçar para longe, bem longe...teria sido uma pena porque queria tanto tirar uma fotografia com a minha máquina Fujifilm Finepix L2950, que perdi essa oportunidade!
(...)
In reflexão própria (excerto cap.1)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
(...)
E eis que li uma carta que me mandaram á uns anos para trás...
Tinha a ver com a minha permanência nos Estados Unidos da América, país onde fiquei cerca de 3 anos e meio e depois tive que ir de novo para cá...
A carta começava assim:
" Lembro-me de teres cá estado primo, e da tua estadia em Fall River, e em New Orleans, onde permaneceste uns meses antes de voltares de novo ai(...)
O teu pai, lembro-me de ter me dito que gostaria que lhe manda-se uma recordação através dos correios e dos famosos barris, mas a verdade é que só agora posso manda-los para ai...(...)
Como vão as coisas por ai? Soube que te casaste, e que tens um filho e que agora tens um emprego digno de ti...(...)
Bom espero que esteja tudo bem agora que te escrevi e podem esperar pelo barril que deve chegar ai em breve..."
Depois de ler a carta, fechei-a e coloquei-a sobre a mesinha de cabeçeira, onde mais tarde poderia rele-la...
mas uma coisa era certa: o barril não tinha chegado cá!(...)
In reflexão própria (excerto cap.2)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
E eis que li uma carta que me mandaram á uns anos para trás...
Tinha a ver com a minha permanência nos Estados Unidos da América, país onde fiquei cerca de 3 anos e meio e depois tive que ir de novo para cá...
A carta começava assim:
" Lembro-me de teres cá estado primo, e da tua estadia em Fall River, e em New Orleans, onde permaneceste uns meses antes de voltares de novo ai(...)
O teu pai, lembro-me de ter me dito que gostaria que lhe manda-se uma recordação através dos correios e dos famosos barris, mas a verdade é que só agora posso manda-los para ai...(...)
Como vão as coisas por ai? Soube que te casaste, e que tens um filho e que agora tens um emprego digno de ti...(...)
Bom espero que esteja tudo bem agora que te escrevi e podem esperar pelo barril que deve chegar ai em breve..."
Depois de ler a carta, fechei-a e coloquei-a sobre a mesinha de cabeçeira, onde mais tarde poderia rele-la...
mas uma coisa era certa: o barril não tinha chegado cá!(...)
In reflexão própria (excerto cap.2)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
domingo, 4 de dezembro de 2011
(...)
Desta vez quem tinha culpa fora o gato, que se pusera diante da televisão, bloqueando assim a visão de todos os que estavam a ver o programa...
Este gato dava que falar....
Às vezes era melancólico, outras vezes era hiperactivo e outras ainda era um preguiçoso autêntico...Os vizinhos já o conheciam pelo seu miar afagado....Chamamo-lo de Fígaro! Às vezes era um autentico artista, brincando connosco todo o dia, ou miando e entoando miados por toda a casa...
Mas fora ele que tivera a amabilidade de se por em frente da televisão, quando estava a dar um programa importantíssimo!
Todos se manifestaram e o repeliram para que saísse de frente da televisão...
E não é que ele sentou-se ainda em frente e repisou com mais força ainda....
Perguntou-me minha mulher:
- Não lhe deste de comer?
- Hoje ainda não - respondi-lhe eu!
- Então foi isto - voltou a responder ela.
(...)
In reflexão própria (excerto cap.7)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Desta vez quem tinha culpa fora o gato, que se pusera diante da televisão, bloqueando assim a visão de todos os que estavam a ver o programa...
Este gato dava que falar....
Às vezes era melancólico, outras vezes era hiperactivo e outras ainda era um preguiçoso autêntico...Os vizinhos já o conheciam pelo seu miar afagado....Chamamo-lo de Fígaro! Às vezes era um autentico artista, brincando connosco todo o dia, ou miando e entoando miados por toda a casa...
Mas fora ele que tivera a amabilidade de se por em frente da televisão, quando estava a dar um programa importantíssimo!
Todos se manifestaram e o repeliram para que saísse de frente da televisão...
E não é que ele sentou-se ainda em frente e repisou com mais força ainda....
Perguntou-me minha mulher:
- Não lhe deste de comer?
- Hoje ainda não - respondi-lhe eu!
- Então foi isto - voltou a responder ela.
(...)
In reflexão própria (excerto cap.7)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
(...)
Estive de um lado para o outro a perguntar-me a mim próprio se saberia para que era isto e para que era aquilo...
Precisava de trabalhar para ganhar dinheiro para as minhas necessidades, tais como necessidades básicas e primárias, necessidades dos meus filhos, necessidades da minha mulher, necessidades de lazer, etc
Precisava de fazer antes uma coisa primeiro, e sabia que era mais importante que tudo!
Tinha que falar com minha mulher...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.1)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Estive de um lado para o outro a perguntar-me a mim próprio se saberia para que era isto e para que era aquilo...
Precisava de trabalhar para ganhar dinheiro para as minhas necessidades, tais como necessidades básicas e primárias, necessidades dos meus filhos, necessidades da minha mulher, necessidades de lazer, etc
Precisava de fazer antes uma coisa primeiro, e sabia que era mais importante que tudo!
Tinha que falar com minha mulher...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.1)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
publicação de mundo fantasmo!
Os degraus do improviso (26.11.2011)

O improviso musical é uma coisa fascinante, e acho que fascina ainda mais aqueles indivíduos que têm um pouquinho de familiaridade com um instrumento mas não chegam a ser grandes músicos. Eles percebem (porque também tocam um pouco de piano, ou de guitarra, de sax, seja lá do que for) o quanto aquilo é difícil de fazer, e admiram melhor a aparente facilidade de quem o faz. Para quem é totalmente leigo, tudo parece ou igualmente fácil ou igualmente impossível. Apenas o semi-talentoso é capaz de entender de verdade o que o talentoso está fazendo.
No caso da música, temos, por exemplo, aquelas circunstâncias em que não se espera do músico que ele improvise, e sim que execute com perfeição. Não pode engolir uma nota sequer, não pode pular uma pausa, tem que ser tudo do jeito que está escrito na partitura ou consagrado na memória. Cabe ao músico juntar a essa reprodução perfeita uma dose de emoção pessoal que dê ao público uma impressão de algo novo, espontâneo, de uma coisa que está acontecendo ali pela primeira vez. A música erudita, de concerto, tem um pouco desse espírito. O concertista não está ali para inventar música, mas para recriar algo que já existe.
Depois, há um degrau intermediário em que o músico trabalha com partes iguais de memória e de momento. É quando, na música popular, chega o momento do solo instrumental. O cara sabe a melodia que vai tocar, tem uma idéia aproximada do que vai fazer; mas o resultado, que não precisa ser igual a nenhuma versão anterior, vai depender do momento, de sua “inspiração”. Inspiração é a capacidade de se concentrar no que está tocando e fazer, em frações de segundo, as escolhas melódicas mais adequadas, mais surpreendentes e mais cheias de informação nova, sem entrar em choque com a harmonia subjacente (a sequência de acordes que serve de base ao solo).
E existe o improviso total. O cara está ouvindo uma música pela primeira vez (no estúdio ou no palco) e precisa descobrir caminhos, sem muito tempo para pensar, confiando na sua bagagem musical (conhecimento de acordes e de escalas) e na sua “inspiração”. Ele chega ao estúdio para tocar no disco de Fulano, mostram-lhe as partes já gravadas da música e o trecho onde ele vai tocar. Ele escuta, pega o jeitão da música, empunha o instrumento, manda gravar e toca. Às vezes tem que refazer, porque não saiu legal. Outras vezes, faz um improviso perfeito como se já tivesse tocado aquilo mil vezes. Ou então sobe ao palco para dar canja num show alheio, com músicos com quem nunca tocou, numa canção que desconhece. E faz um improviso que fica para a História. Como? Não sei, mas já vi acontecer.
adaptado( mundo fantasmo)
adaptado
(...)
Estou novamente em casa...
Tento me lembrar do dia em que tive as minhas primeiras visões sobre o meu passado....mas nada.....
Tento saber se hoje vou ou não para o trabalho, e saber se vou ter que ir ao departamento legal da província....
Tudo o que me rodeia lembra-me o passado, e nalguns casos o futuro!
Sento-me ao piano para descontrair e tirar algumas notas soltas e frias, para além do tempo que tambem está frio, e tocar músicas como Rondo al Turco, de Mozart, Moonlight Sonata, de Beethoven, Nocturne, de Chopin entre muitas outras... mas sinto um vazio enorme dentro de minha alma....necessito de algo mais!
(...)

In reflexão própria (excerto cap.5)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Estou novamente em casa...
Tento me lembrar do dia em que tive as minhas primeiras visões sobre o meu passado....mas nada.....
Tento saber se hoje vou ou não para o trabalho, e saber se vou ter que ir ao departamento legal da província....
Tudo o que me rodeia lembra-me o passado, e nalguns casos o futuro!
Sento-me ao piano para descontrair e tirar algumas notas soltas e frias, para além do tempo que tambem está frio, e tocar músicas como Rondo al Turco, de Mozart, Moonlight Sonata, de Beethoven, Nocturne, de Chopin entre muitas outras... mas sinto um vazio enorme dentro de minha alma....necessito de algo mais!
(...)

In reflexão própria (excerto cap.5)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
REflexão própriA!
(...)
Estou em casa!
Tudo me rodeia sobre uma perfeita harmonia. Não sei o que faço aqui nem o que deveria fazer...
Talvez já nem dei-a muita importância ao redor em si. Não....
Devo mudar o meu rumo de vida... Devo ser mais livre..... Fazer viagens pessoais e colectivas, em grupo ou sozinho....
Devo ser mais alegre comigo mesmo e ser mais autónomo com os outros! Enfim ser o que era a algum tempo....
Não sujeitar-me a irregularidades constantes dos outros e ser mais preciso possível!! Devo entrar no meu ser e revolucionar o meu estado de espírito...Devo conseguir alcançar a meta do meu "ego" com os meus próprios botões....
Olho pra eles e nada!
Nada me reflecte sem ser a própria imagem desses botões!
Antes diziam que eram um segredo, que tinham dentro deles, e que não tinham mais por onde se esconder...
Mas não vou falar dos meus botões...Não....Estou outra vez só....com um livro na mão...."O Segredo do Código de Da Vinci" abre-se nas minhas mãos, um pouco frias..
Foi uma edição que fizeram depois do exito de Dan Brown, e depois do filme, um pouco polémico que saira nos cinemas com o título de Codigo Da Vinci...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.3)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Estou em casa!
Tudo me rodeia sobre uma perfeita harmonia. Não sei o que faço aqui nem o que deveria fazer...
Talvez já nem dei-a muita importância ao redor em si. Não....
Devo mudar o meu rumo de vida... Devo ser mais livre..... Fazer viagens pessoais e colectivas, em grupo ou sozinho....
Devo ser mais alegre comigo mesmo e ser mais autónomo com os outros! Enfim ser o que era a algum tempo....
Não sujeitar-me a irregularidades constantes dos outros e ser mais preciso possível!! Devo entrar no meu ser e revolucionar o meu estado de espírito...Devo conseguir alcançar a meta do meu "ego" com os meus próprios botões....
Olho pra eles e nada!
Nada me reflecte sem ser a própria imagem desses botões!
Antes diziam que eram um segredo, que tinham dentro deles, e que não tinham mais por onde se esconder...
Mas não vou falar dos meus botões...Não....Estou outra vez só....com um livro na mão...."O Segredo do Código de Da Vinci" abre-se nas minhas mãos, um pouco frias..
Foi uma edição que fizeram depois do exito de Dan Brown, e depois do filme, um pouco polémico que saira nos cinemas com o título de Codigo Da Vinci...
(...)
In reflexão própria (excerto cap.3)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
6) Quando for grande (2011)
Interpretado por: Diana (13:55 minutos)
Música de: Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
Interpretado por: Diana (13:55 minutos)
Música de: Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
I
Quando saio da escola
Com os meus amigos
Vou pra casa estudar
Tiro as coisas da sacola
Preparo o meu lanche
E me ponho a pensar
II
Tenho trabalhos de casa
Que aprendi nas aulas
Para eu fazer
E depois fico a pensar
E pergunto á mãe
Quando eu for grande o que hei-de ser
Refrão
Quando eu for grande o que é que eu hei-de ser
Enfermeira ou cantora, o que eu vou fazer
Talvez seja cantora mas algo me diz
Que quando eu for grande eu vou ser feliz
Quando eu for grande o que é que eu hei-de ser
Enfermeira ou cantora, o que eu vou fazer
Talvez seja cantora mas algo me diz
Que quando eu for grande eu vou ser feliz
III
Gostava de ser doutora
Talvez enfermeira
E os doentes curar
Ou ainda professora
Para na escola
As lições ensinar
IV
Disse-me a minha mãe
Que as melhores coisas
Vem do coração
Por isso pensei melhor
Eu vou ser cantora
Já cantando esta canção
Refrão
Quando eu for grande o que é que eu hei-de ser
Enfermeira ou cantora, o que eu vou fazer
Talvez seja cantora mas algo me diz
Que quando eu for grande eu vou ser feliz
Quando eu for grande o que é que eu hei-de ser
Enfermeira ou cantora, o que eu vou fazer
Talvez seja cantora mas algo me diz
Que quando eu for grande eu vou ser feliz
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
5) Mundo da Fantasia (2011)
Interpretado por: Beatriz (12:55 minutos)
Musica de : Paulo furtado
Letra de: Paulo Furtado
I
O outro dia tive um sonho
Musica de : Paulo furtado
Letra de: Paulo Furtado
I
O outro dia tive um sonho
De fadas e magia
Era um mundo encantado
E cheio de alegria
II
Tinha fadas e princesas
Muitos gnomos e duendes
Havia lá também dragões
E também a fada dos dentes
Refrão
É o mundo da Fantasia
É o mundo encantado
Tem lá muita magia
É de ficar pasmado
É o mundo da Fantasia
É o mundo encantado
Há lá muita alegria
Lá ninguém fica parado!
III
A fada me deu a mão
Para o mundo o visitar
Perguntou-me donde era
E se queria lá ficar
IV
Fomos visitar o Rei
Fomos visitar o Rei
A fazer ninguém sabia
Convidou-me Pra entrar
No castelo da Fantasia
Refrão
É o mundo da Fantasia
É o mundo encantado
Tem lá muita magia
É de ficar pasmado
É o mundo da Fantasia
É o mundo encantado
Há lá muita alegria
Lá ninguém fica parado!
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
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4) A minha gatinha (2010)
Interpretado por: Beatriz (5:40)
Música de: Paulo Furtado
Letra de: Cecilia
I
Música de: Paulo Furtado
Letra de: Cecilia
I
Estás falando mal da minha gatinha
Que eu encontrei lá na pousadinha
Estava tão sozinha e tão escondidinha
Miando miando querendo meu colinho
Miando miando querendo meu carinho
Bridge
Ela é tão meiguinha e tão fofinha
Com seus olhos azuis é tão bonitinha
Coro
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
Quem será ela?
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
De quem será ela?
II
Estás falando mal da minha gatinha
Que eu encontrei lá na pousadinha
Estava tão sozinha e tão escondidinha
Miando miando querendo meu colinho
Miando miando querendo meu carinho
Bridge
Ela é tão meiguinha e tão fofinha
Com seus olhos azuis é tão bonitinha
Coro
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
Quem será ela?
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
Quem será ela?
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
Quem será ela?
O nome dela
Será Rafaela
Ou Anabela
Quem será ela?
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
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2) O galo da minha avó (2003)
Interpretado por: Nicole
Musica de: Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
Interpretado por: Nicole
Musica de: Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
I
Às 7 da manhã entro no meu galinheiro
Os ovos estão postos todos no palheiro
Assim vou encontrar
As galinhas a brincar
Os galos a correr e os pintainhos pra nascer
II
O galo Manuel é um grande matreiro
Quando canta alto espanta o galinheiro
Todo o ano é a mesma coisa
De Inverno ou Verão
Se o galo não se cala
Vai parar
Vai parar ao caldeirão
Coro
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Assim canta o galo
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Toca a levantar
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Assim canta o galo
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Toca a despachar
III
A minha avozinha me tinha avisado
Que o galo era esperto para ir ao prato
Ele passa o seu tempo a olhar para as galinhas
Não vaia aparecer
Uma raposa pr’as comer
IV
O galo é tão chato canta noite e dia
As galinhas já não podem ouvir a sua cantoria
Já se queixam do horário
Do galo velho e tonto
Mas o galo é mais esperto que se põe
Que se põe logo a cantar
Coro
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Assim canta o galo
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Toca a levantar
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Assim canta o galo
Có-córó-ró-có-ró-ró cocó
Toca a despachar
Paulo Furtado
Direitos reservados(2011)
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Obras
para Festivais de Canção Infantil
1)
Gosto
da escola (2002)
Interpretado por: João Raposo Vieira
Musica de : Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
Interpretado por: João Raposo Vieira
Musica de : Paulo Furtado
Letra de: Paulo Furtado
I
Quando
acordo da cama
Meto
as coisas na sacola
Tomo o
pequeno-almoço
E vou
direito pá escola
II
No
autocarro da escola
Vejo
os meus amiguinhos
Falo
com eles baixinho
Pra
não ficarmos sozinhos
Coro
Ler
escrever desenhar e pintar
É
com muita satisfação
Que
é na escola que aprende-mos
Que
a amizade é do coração
Ler
escrever desenhar e pintar
É
com muita satisfação
Que
é na escola que aprende-mos
Que
a amizade é do coração
III
Aprendemos
várias coisas
Ciências
e geografia
A
professora na escola
Diz sempre com alegria
IV
Aprendemos
também música
O dó
ré mi fáceis são
São
as notas que aprendemos
Para
compor esta canção
Coro
Ler
escrever desenhar e pintar
É
com muita satisfação
Que
é na escola que aprende-mos
Que
a amizade é do coração
Ler
escrever desenhar e pintar
É
com muita satisfação
Que
é na escola que aprende-mos
Que
a amizade é do coração
Paulo Furtado
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
MARCHAS POPULARES minha autoria
Marchas
Populares
Marcha
de S. João Crianças (Lomba do Loução)2011
Interpretado: Grupo Infantil da Marcha de S.João da Lomba do Loução
Música de: Paulo Jorge Furtado
Letra de:
Música de: Paulo Jorge Furtado
Letra de:
I
Ó
meu lindo S. João
Aqui
está a criançada
Da
escola do Loução
Sem
estar envergonhada
II
De
fatiotas coloridas
Vamos
todos a dançar
E
com muita alegria
Vamos
todos a cantar
Mas
que lindos amores
A
dançar e a brilhar
Com
estas lindas cores
O
arco-íris a lembrar
Tantos
tons a lembrar
E
a marcha a passar
III
Amarelo
é o sol brilhante
Como
nós a radiar
Azul
é o mar cintilante
Com
peixinhos a nadar
IV
Vermelho
laranja flores
A
colorir nosso jardim
Verde
anil e violeta
Fazem
o arco-íris para mim
Marcha
de S.João (Lomba do Alcaide) 2011
Interpretado: Grupo Senior da Marcha de S.João da Lomba do Alcaide
Interpretado: Grupo Senior da Marcha de S.João da Lomba do Alcaide
Música de: Paulo Furtado
Letra de: Carlos Amaral Furtado
Letra de: Carlos Amaral Furtado
I
O meu
lindo S.João
És o
santo milagreiro
Espalhas
no meu coração
Alegria
o dia inteiro
II
Água
fresca vou beber
Da tua
fonte querida
Mais
saúde eu vou ter
Até
ao fim da minha vida
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
III
Na
noite de S.João
Eu em
casa é que não fico
Quero
dançar todo o serão
E
levar um manjerico
IV
Entre
as lombas e as vilas
Esta
marcha vai passar
As
pessoas á janela
Estão-se
a deliciar
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
V
Somos
da Lomba do Alcaide
Que é
muito alegre e bonita
Deixa
sempre uma saudade
A quem
esta terra visita
VI
Esta
marcha popular
Tem
gente linda e esperta
Estes
jogos vão deixar
Toda a
gente de boca aberta
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
I
O meu
lindo S.João
És o
santo milagreiro
Espalhas
no meu coração
Alegria
o dia inteiro
II
Água
fresca vou beber
Da tua
fonte querida
Mais
saúde eu vou ter
Até
ao fim da minha vida
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
III
Na
noite de S.João
Eu em
casa é que não fico
Quero
dançar todo o serão
E
levar um manjerico
IV
Entre
as lombas e as vilas
Esta
marcha vai passar
As
pessoas á janela
Estão
se a deliciar
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
V
Somos
da lomba do alcaide
Que é
muito alegre e bonita
Deixa
sempre uma saudade
A quem
esta terra visita
VI
Esta
marcha popular
Tem
gente linda e esperta
Estes
jogos vão deixar
Toda a
gente de boca aberta
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
As
cartas vão baralhar
Na
noite de S.João
E a
todos vai deixar
Alegria
amor no coração
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